14 de outubro de 2010

Inauguração da Exposição “VicenTuna – Uma vez Tuno, Tuno para sempre”

Como mostrar a tuna aos estudantes da FCUL é sempre um desafio com que nos deparamos todos os anos. Desde banquinhas a chuveiros ambulantes, já tivemos de tudo para dar a conhecer um pouco daquilo que pode ser uma maneira diferente de viveres o teu percurso académico.

Este ano surgiu a ideia de criar uma exposição sobre a VicenTuna. Um projecto que se revelou ser um verdadeiro desafio a todos os Vicentes envolvidos, afinal tinham a difícil tarefa de reunir em apenas alguns posters os nossos quase 17 anos de história.

Ao fim de árduas semanas de trabalho a compilar, seleccionar e montar informação, chegou finalmente o momento de mostrar ao público a exposição “VicenTuna – Uma vez Tuno, Tuno para sempre”.A cerimónia teve inicio pouco antes das 19h, com a Tuno Mais ou Menos fazendo um pequeno discurso sobre a exposição e o seu significado, dando em seguida a palavra ao do Reitor da UL, Prof. Dr. António Nóvoa, que fez uma breve comparação entre o símbolo da VicenTuna e o símbolo da UL, mostrando a forte ligação que une ambas as instituições. Seguiram-se as palavras de Luís Nascimento, figura incontornável da nossa história, que referiu o quão importante a tuna foi e sempre será na sua vida. Após os discursos, o primeiro placar da exposição foi destapado, marcando assim a sua abertura oficial. A cerimónia contou ainda com a presença do Director da FCUL, Prof. Dr. José Pinto Paixão, de alguns tunos fundadores e dos alunos que quiseram ver a exposição em primeira-mão. Os presentes tiveram oportunidade de uma pequena visita guiada pelos posters, podendo saber ao pormenor a história por detrás de cada um deles.Desde o Big Bang até aos dias de hoje, traçamos um pequeno retrato do que foi e do que é a VicenTuna. Como nasceu, como funcionamos, as nossas músicas, onde estivemos, o nosso festival, a nossa opinião sobre o que significa nas nossas vidas esta grande família.

Após a breve cerimónia, seguiu-se um pequeno porto de honra, gentilmente cedido pela ATFCUL.

No final, alguns dos presentes deixaram as primeiras opiniões sobre a exposição:

“A Universidade é uma instituição que transforma o passado em futuro, como se vê nesta exposição. Parabéns!” – António Nóvoa, Reitor

“A FCUL tem grande orgulho nas suas valências não apenas cientificas mas também, no ambiente de liberdade, amizade e frotas de viver. A tuna é um agente fundamental para assim o conseguirmos. Muito Obrigado” José Pinto Paixão, Director da FCUL

“17 Anos! Momentos, historias, bocados… de mim, da FCUL de todos nós. Se eu podia viver sem ter passado pela VicenTuna? Podia… mas não seria a mesma pessoa. Obrigado por existirem” – Luís Nascimento

VicenTuna - Uma vez Tuno, Tuno para sempre

13 de outubro de 2010

Sessão de Boas Vindas aos Novos Alunos da FCUL 2010

Ora viva, caros visitantes. A VicenTuna teve o privilégio de tocar para o auditório do C3 pleno de caras novas e outras já por nós conhecidas, no âmbito da Sessão de Boas Vindas aos novos fculianos. Como sempre, foi um enorme prazer tocar para aqueles que connosco convivem na nossa casa, desde alunos até docentes e funcionários. Para os que não nos conhecem talvez a expressão “casa” pareça um pouco possessiva ou desprovida de significado, mas é com carinho e muito respeito que podemos chamar a FCUL de nossa casa, sendo que o auditório do C3 é a nossa divisão predilecta, já foram muitas as nossas actuações lá passadas e nem a memória e muito menos os dedos as contam, sendo que cada actuação lá situada carrega consigo uma história e uma carga simbólica que só nós e quem nos acompanha poderá compreender.

E para não chatear mais os nossos visitantes com o nosso saudosismo fculiano – vamos à actuação. Foi então nessa ilustre quarta-feira que os nossos dedos ainda um pouco enferrujados das férias do Verão (estamos obviamente a falar dos dedos dos nossos Caloiros) , acompanhados pelas nossas melosas vozes (menos as dos Caloiros que não são melosas de todo, mas quando misturadas com as dos Tunos até nem parecem más), tocaram as modinhas “Águas do Dão” do Minho, “Leitaria Garrett” de Vitorino, “Senhora do Almortão” música popular celebrizado por Zeca Afonso e “Madalena” que diz que é da América do Sul mas também ninguém sabe ao certo. Como quem faz o espectáculo não é só quem toca, mas também quem aplaude, tiramos os nossos chapéus ao público do C3 que nos recebeu com o entusiasmo e calor contagiantes a que já estamos habituados e não nos cansamos de receber. É por estes aplausos que ansiamos sempre tocar onde quer que seja, mas especialmente no C3, por isso contamos estar cá para o ano, de preferência connvosco em palco, ou então para mostrar um pouco do que somos aos futuros Caloiros da FCUL e quem nos queira ver e ouvir outra vez. Aos que já cá estão, boa sorte para o vosso percurso académico e “Olé, olé! Ciências está em pé!”.