19 de abril de 2013

102º Aniversário da FCUL

Foi no passado dia 19 de Abril que a nossa já centenária Faculdade celebrou o 102º aniversário. Neste dia tão especial, alunos, professores e funcionários fizeram questão de comemorar o acontecimento com pompa e circunstância. Como não podia deixar de ser, a VicenTuna também marcou presença e actuou orgulhosamente para todos os que quiseram ver-nos. 
Actuámos no pátio interior do C6, junto ao bolo, e pudemos contar com a presença de muitos alunos, docentes e ainda membros da Direcção da FCUL, como o Doutor Pinto Paixão. Tocámos músicas tradicionais como o Venha Vinho, mas também a Leitaria Garrett e, obviamente, a Madalena onde, como sempre, contámos com o coro dos alunos.
A seguir, cantámos os parabéns à nossa Faculdade. Na verdade, não é só a Faculdade - o sítio onde estudamos -, é a nossa segunda casa, onde passámos e passamos grandes momentos e onde conhecemos a nossa tuna. Demonstramos todos os dias que a Faculdade pode ser centenária mas o espírito está mais jovem que nunca. 
Por tudo isto, por tudo o que representa para as nossas vidas pessoais e académicas, por tudo o que nos ensinou e por tudo o que ainda está por vir, muitos parabéns FCUL!



6 de abril de 2013

IV (Re)Cordas

Coimbra tem mais encanto na hora da... chegada da VicenTuna. Pois é, Coimbra tem sempre encanto, mas com este IV (Re)Cordas - Festival de Tunas Mistas organizado pela Desconcertuna, a tuna mista da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra -, no fim-de-semana de 5, 6 e 7 de Abril, ganhou brilho extra. A VicenTuna fez-se representar em peso com uma chegada antecipada e com a vontade de perceber como é ser-se tunante na cidade dos estudantes.
Na sexta-feira, o dia começou com a recepção das tunas a concurso, VicenTuna, Real Tuna Infantina, ESE's Tunis e Instituna, decorrendo à noite as serenatas. Estas tiveram lugar no Café Santa Cruz, ao lado da Sé. Não poderia ter havido local mais indicado para esta noite que se quer solene. Este café antigo deu-nos o estado de espírito necessário para fazer uma serenata a El Rei D. Diniz e assim fazer jus ao tema Trovas d'El Rei. Nesta ocasião, voltámos a cantar a nossa Feiticeira do Tejo e o acapella Sozinho. Isto, contudo, não aconteceu sem que houvesse uma passagem a caloira. A Gigi subiu a palco pela primeira vez e mostrou que é uma percussionista de mão cheia! E contralto também.


Esta noite foi ainda complementada com um peddy-tascas (exactamente, nem rally-tascas nem peddy-paper: um peddy-tascas) que se estendeu até de madrugada e, através do qual, pudemos conhecer alguns dos marcos mais emblemáticos da cidade e perceber o seu significado na cultura local e académica. Aqui, decorreu o baptismo desta caloira que escolheu o Cristina como padrinho. Este não perdeu tempo e baptizou-a de Gregana Ivanova Vainova. «Epa e onde é que ele foi a esse nome tão estranho?» É o nome dela. O verdadeiro.


Sábado começou com um animado almoço nas cantinas azuis e um convívio com o resto das tunas.
À noite, lá fomos para o Teatro Académico Gil Vicente para dar início ao espectáculo. Com uma sala com umas condições tão boas e um público tão receptivo, havia tudo para a actuação correr sobre rodas.
Apresentámos ao público um lado desconhecido de D. Diniz e o estranho síndrome de que padecia enquanto tocámos Lisboa das Cantigas, Mar Desconhecido, Fuga y Mistério, 4 Caminhos e Xácara das Bruxas Dançando.


No fim, arrecadámos os prémios de Melhor Pandeireta, Melhor Estandarte, Trovas d'El Rei (o prémio de melhor adaptação ao tema) e ainda o tão esperado Melhor Tuna. Nada mau!
Dali fomos para o after-party numa das tradicionais e originais repúblicas de Coimbra e onde dançámos até de manhã os hits que de tão maus passam a ser bons.
Fica um obrigado à Desconcertuna pelo convite e a todas as presentes, a e extra-concurso, mas em especial à Real Tuna Infantina. Esta foi a primeira oportunidade que tivemos para festejar a sério o 10º aniversário de apadrinhamento e não podia ter corrido melhor. Até para o ano, Coimbra!


24 de março de 2013

10 anos de apadrinhamento da Real Tuna Infantina pela VicenTuna



No mundo das Tunas, como em tudo, há afinidades que se criam e que perduram.  Geralmente, isto nasce de um carinho especial com uma Tuna em particular que advém de amizades pessoais entre os membros tunantes. A VicenTuna teve, há exactamente dez anos, o prazer e o orgulho de apadrinhar a Real Tuna Infantina, a Tuna Académica Mista da Universidade do Algarve, em Faro nas docas. 
Desde esse dia de 24 de Março de 2003, as duas tunas têm movido mundos para encurtar a distância entre o reino dos Algarves e a nossa Lisboa, organizando actividades conjuntas de modo a que mesmo aqueles que ainda não estavam nas tunas aquando do apadrinhamento, possam experienciar aquilo que significa ter uma tuna mais chegada, no meio de tantos amigos. 
A VicenTuna pretende e sempre pretenderá ser um ponto de apoio para a afilhada. Esta oportunidade de conviver mais estritamente com uma tuna - mesmo a 300 km de distância - tem sido muito gratificante, uma vez que nos permite estreitar laços, criar e partilhar memórias, forjar novas amizades e crescer como tuna e tornar-nos mais coesos. Não esquecendo que enriquecemos ao trocar ideias e perspectivas sobre aquilo que nos une - o mundo tunante.
À Real Tuna Infantina, o nosso muito obrigado. Que venham mais dez, mais vinte anos de apadrinhamento e lembranças. Que a nossa amizade dure enquanto durar a nossa música.