4 de maio de 2013

17º Tuna M'isto

Foi no fim-de-semana de 3, 4 e 5 de Maio que a VicenTuna encerrou o seu ciclo de festivais deste ano lectivo. E podemos dizer que não podíamos ter acabado de melhor maneira: na nossa casa, a Aula Magna da Reitoria da UL, aquela que é a nossa sala por excelência. Neste fim-de-semana, decorreu o 17º Tuna M'isto, o festival de tunas organizado pela escstunis, a Tuna Académica da Escola Superior de Comunicação Social.
O festival começou, como já vem sendo hábito nos Tuna M'isto, no imponente Mosteiro dos Jerónimos, com a noite de serenatas. Fazer uma serenata a Lisboa é sempre especial para nós, no entanto, fazê-lo no Jerónimos acresce solenidade ao momento. Assim, a 
VicenTuna actuou cantando o Sozinho, seguido da Feiticeira do Tejo que voltou ao nosso repertório este ano.
E para finalizar este ano de festivais em beleza, tivemos ainda a subida a palco pela primeira vez de dois bichos, agora caloiras. Foram baptizadas de Xixévil Borrega (contralto, pandeireta de salto) e Ohuauiuo Ueuas McDuro (soprano, flauta transversal), pelos padrinhos Jakinzinho e Kuduro. Assim se comprova que a  VicenTuna é um berço de neologismos.





Depois de todas as serenatas, fomos para a pre-party do festival que prometia! Isto por duas razões: foi no Real República de Coimbra (aquele que é a nossa segunda casa, imediatamente a seguir à FCUL) e porque tinha os míticos drinking games. É, a escstunis não está de modos e tivemos um rally tascas sem sair do mesmo sítio. Assim não se gastam energias a andar de um lado para o outro e, mais uma vez, provou-se de que é feita a VicenTuna. 
No dia seguinte, fomos cedo para a Aula Magna para o tão necessário soundcheck e por lá ficámos até à hora de ir jantar ao C7. É verdade, a VicenTuna partiu para este festival com uma grande vantagem em relação às outra tunas: estávamos a jogar em casa. 
Às 21h (mais coisa, menos coisa), começou o festival com a história de uma rapariga normal que percebeu que precisava de um herói. Afinal, este era o tema do festival - Heróis - que apoiava o Instituto Português do Sangue e da Transplantação, tendo conseguido muitas e muitas dádivas de sangue e ainda muitas inscrições de pessoas para o banco de doação de medula óssea.
A VicenTuna foi a última tuna a actuar (depois da Tuna Económicas, da Magna Tuna ApocalISCSPiana e da TAISCTE, estes últimos nossos vizinhos) e contou uma história sob a forma de um filme que íamos intercalando com momentos musicais. Assim, enquanto a nossa heroína ia numa demanda de encontrar um super-herói que a ajudasse a derrotar o malvado vilão, a VicenTuna tocou Lisboa das Cantigas, Fuga y Mistério, Mar Desconhecido, 4 Caminhos e Xácara das Bruxas Dançando. Saímos sob uma chuva de aplausos de uma Aula Magna em pé. Isto porque somos uma tuna independente!


Posto isto, vimos a actuação da tuna da casa e chegou a hora de sabermos o veredicto do júri. A VicenTuna arrecadou então os prémios de Melhor Pandeireta, Melhor Porta-estandarte e Tuna do Público. É sempre muito gratificante receber este último prémio (não obstante todos os outros) porque, afinal de contas, é para o público que nós actuamos e esta é a forma de saber que lhe chegamos e contagiamos com a alegria Vicente.
Findos todos os compromissos, lá fomos para a after-party na Faculdade de Letras da UL. E que festa! Dizer apenas que os últimos resistentes abandonaram a festa já o Sol nascia ao fundo da Alameda e iluminava a Reitoria. 
Obrigada, escstunis, foi um prazer participar neste vosso (e nosso) 17º Tuna M'isto, pisando o palco da Aula Magna, e, sempre que nos quiserem, cá estaremos!

3 de maio de 2013

Mega Arraial Académico

Maio é, por excelência, o mês do estudante com tudo o que isso acarreta. É o mês dos baptismos, das bênçãos e, como não podia deixar de ser, das Queimas, das Semanas Académicas e dos Arraiais. Foi neste espírito que a VicenTuna foi convidada a actuar no Museu da Carris, em Alcântara, no dia 3 de Maio. A par de muitas outras tunas, a VicenTuna foi animar este Mega Arraial e, apesar do parco público, conseguiu o seu objectivo.
Actuámos com músicas menos comuns no nosso repertório actual como Leitaria Garrett, Tanto Mar e Fado à Despedida.
Dali, tivemos que ir a correr para o Mosteiro dos Jerónimos, o que nos impediu de privar com o grande Quim Barreiros que ia actuar dali a nada!

27 de abril de 2013

XIV fESTA

Quem conhece a VicenTuna sabe que temos um carinho muito especial pelo festival que a ESTATUNA organiza na cidade de Abrantes. Assim sendo, e depois de um interregno de um ano, voltámos à cidade florida, nos dias 26, 27 e 28 de Abril para encher o XIV fESTA. 
Chegámos prontos para nos divertirmos e para revermos amigos como a Real Tuna Infantina, a Tuna Médica de Lisboa e a Magna Tuna ApocalISCSPiana. Como bons representantes do povo português, chegámos em cima da hora, e tratámos logo de jantar em animado convívio com as restantes tunas. 
Nessa noite, tiveram lugar as já costumadas serenatas em que cada tuna faz um tributo à cidade e, neste ano em particular, às «Flores», um tema em jeito de homenagem a Miguel Brito - o Jardineiro -, amigo da ESTATUNA que faleceu no ano passado.
A VicenTuna foi a primeira a actuar no claustro do Convento e cantou Sozinho, uma adaptação de Caetano Veloso, e Feiticeira do Tejo, um original da VicenTuna. A bom tempo terminou a sua actuação, livrando-se de uma valente molhadela proporcionada pelo implacável sistema de rega lá do sítio!
Ah! Isto, contudo, não aconteceu antes de passarmos a caloiros os bichos Sara e Miyagi, soprano, cavaquinho e tenor, pandeireta, respectivamente. O esforço sempre compensa, parabéns!
A festa prosseguiu, à semelhança de anos anteriores, na Antiga Rodoviária e fizemo-nos acompanhar de muitos   alguns poucos litros de cai-bem, essa célebre bebida que qualquer tuna deste país associa a Abrantes. De que é feito é um mistério que ninguém sabe, mas já se sabe que a ignorância, por vezes, é uma bênção. Além de que, para cair tão bem, os seus ingredientes só podem fazer mal.
Procedemos ainda aos baptismos nesta noite em que os recém caloiros escolheram o Kuduro e a Fava e ficaram denominados de Foca McDuro e Miyagi Favaíto, respectivamente.
No sábado, acordámos a horas violentíssimas para um festival de tunas (vá, eram 9h) e fomos ensaiar um pouco para que tudo corresse nos conformes na actuação. Nessa tarde, houve ainda o pasacalles, durante o qual animámos as gentes de Abrantes que ia parando para ver o que se passava.

Já perto da hora do espectáculo, dirigimo-nos para o Cine-Teatro S. Pedro, onde iria ser o festival. Actuámos, como na noite anterior, em primeiro lugar, com as músicas Lisboa das Cantigas, Mar Desconhecido, Fuga y Mistério, 4 Caminhos e, claro, Xácara das Bruxas Dançando, lançando assim o final apoteótico a que já habituámos o nosso público.
Após todas as actuações, a tuna da casa subiu a palco para prestar uma sentida homenagem ao seu amigo, convidando ainda elementos de outras tunas que tinham uma relação mais próxima com ele.
Após este momento que tocou todos os presentes, assistimos à entrega dos prémios, da qual saímos premiados com o Tuna Mais Tuna!


Dali, fomos para o lugar da festa e divertimo-nos como só a VicenTuna sabe, tendo ainda a agravante de estarmos em Abrantes! Claro que a noite só acabou já o Sol tinha nascido. Durante esta noite, os nossos afilhados - a Real Tuna Infantina - surpreenderam-nos com um bonito presente para assinalar os 10 anos de apadrinhamento, gravando assim em pedra os laços que nos unem e que hão-de unir durante muito tempo.
Obrigada, ESTATUNA pelo convite e obrigada a todas as tunas que partilharam mais uma fESTA connosco!