8 de julho de 2013

Inauguração do Auditório da Cantina Velha

Apesar de já estarmos em período de férias, se a nossa casa precisa e solicita a nossa presença, nós juntamos uns quantos resistentes e lá vamos animar eventos para os quais somos convidados. Desta vez, foi a inauguração do auditório da Cantina Velha. De certeza que todos os alunos que frequentam a emblemática cantina já ali tinham passado e se tinham questionado sobre o que seriam aquelas obras que ali estiveram durante os últimos meses. Pois bem, esteve a decorrer a restauração do antigo auditório que datava já dos anos 60 e que foi palco de alguns dos momentos mais importantes da crise estudantil de '62. Esteve fechado durante muitos anos porque deixou de oferecer as condições de segurança básicas para que lá se pudessem reunir alunos e docentes em actividades culturais. Assim sendo, e aproveitando o embalo das comemorações da fusão, foi todo renovado e reaberto à comunidade da UL. E em boa hora! Espaços onde se possam levar avante actividades que exponham o núcleo cultural da UL nunca são demais.
Para assinalar o momento, a VicenTuna teve todo o gosto em tocar para as principais figuras da direcção da UL, entre elas o Reitor, o Vice-reitor e os Pró-reitores, algumas das músicas do seu repertório. Assim, fizemos a nossa actuação com Leitaria Garrett, Lisboa das Cantigas e Xácara das Bruxas Dançando. A par da VicenTuna também o Coro da UL, o grupo de dança e a Tuna Médica de Lisboa (gralha corrigida, TML! Perdoem a desventurada autora.) fizeram um interregno nas suas merecidas férias para prestar a devida homenagem a todos quantos acharam que era importante comparecer neste momento. 
Seguidamente, pudemos ter um breve convívio no jardim da Cantina Velha, finalizando assim a cerimónia de reabertura do auditório que será, seguramente, tão importante e tão utilizado como já foi outrora. Quem sabe se a VicenTuna não volta a pisar aquele palco?


15 de junho de 2013

Jantar dos Santos

Pois é, manda a tradição que a VicenTuna encerre as suas actividades lectivas sempre com o famoso jantar dos Santos Populares. Este ano não foi excepção e cumprimos a regra na zona de Santos que comemorar o S. António é transversal à cidade de Lisboa e nem só de Alfama vivem os Santos.
Assim, estreámo-nos no restaurante Adega dos Arcos, mesmo ali no largo onde iria decorrer o arraial à noite. 
Escusado será dizer que foi diversão e cantoria certa a noite toda, entre jarros de sangria, de cerveja e os afamados bifinhos com cogumelos que povoam os jantares de todas as tunas de Portugal. Não houve sardinhas, mas sim bifanas e todas essas iguarias tão características dos arraiais lisboetas. 
Aproveitámos o jantar, como última actividade oficial de tuna deste ano, para dizer um adeus muito especial à Chantilly e à Sinapse que vão deixar-nos no próximo ano para prosseguir com os seus sonhos profissionais no estrangeiro. No entanto, elas sabem e nós sabemos que a VicenTuna é e será sempre uma casa à qual podem voltar ainda que seja só uma vez por ano, no S. Vicente. Porque cá vos esperamos. 
Depois do jantar, assentámos arraiais ali no largo de Santos que estava animadíssimo com a  música pimba popular que sempre se faz ouvir nesta altura do ano, as suas barraquinhas de bebidas e os manjericos que insistiam em aparecer-nos pela frente. Deixámos o largo já o Sol nascia, provando assim que a VicenTuna não deixa o S. António pela metade e se é para ser, é para ser até de manhã. Termina assim um ciclo de actividades. Venha agora o Verão para recarregarmos baterias que o próximo ano já se adivinha ocupado e muito cansativo. Até para o ano!




25 de maio de 2013

XV ApocalISCSPiano

E eis que chegou a última actuação deste ano lectivo. Um ano lectivo e pêras, podemos mesmo dizer. Fizemos uma viagem à terra dos canivetes, formámos uma catrefada de caloiros novos e ainda pusemos duas músicas novas em palco. Um ano em cheio! Assim, nada melhor para comemorar este marco do que um épico ApocalISCSPiano que já nos habituou, em anos anteriores, que há poucos sítios melhores para fazer uma festa de tunas que o Alto da Ajuda. E porquê? Primeiro, por causa da vista sobre o rio e a ponte. Depois, porque não há literalmente forma de sair de lá antes da madrugada que é quando a Carris começa a funcionar. Assim, garantem que ninguém abandona a festa antes das 6h30 da manhã. Bem jogado, Magna Tuna ApocalISCSPiana! 


Este foi o seu 15º encontro de tunas, foi no dia 25 de Maio e contou com a presença, além da VicenTuna, da TAL, da escstunis e da TMIST. Começou de tarde e entre caldos verdes, sangria, bifanas e campeonatos de beer pong (essa modalidade em que a VicenTuna é rainha), lá chegou a hora do espectáculo e fomos assistir ao início do mesmo que pretendia comemorar com pompa e circunstância os 20 anos da MTA. 20 anos é muito tempo, mas é sempre bom ver que as tunas estão cá para as curvas e que não deixam nunca de apoiar e prestar homenagem umas às outras.


O espectáculo começou com a actuação da MTA, depois foi a vez da escstunis, seguida da TMIST. Após o intervalo, actuámos nós com a folia e nostalgia típica de quem sabe que é a última actuação durante uns tempos. Fizemos a nossa homenagem ao tema do encontro, esse grande marco na cultura portuguesa - o bigode. Isto tudo enquanto tocámos Lisboa das Cantigas, Fuga y Mistério, Mar Desconhecido, 4 Caminhos e Xácara das Bruxas Dançando. 
A seguir à actuação da TAL, a MTA fechou o espectáculo levando todos os seus membros a palco, mesmo aqueles que já não estão activos, mostrando como se faz uma tuna, todo o esforço e todas as gerações.


A festa - que teve como mote o tal bigode - que se seguiu terá que ficar na memória daqueles que lá estiveram e guardada entre as paredes do ISCSP. 
Parabéns MTA e que venham mais 20 anos e mais encontros como este. Até para o ano!