27 de fevereiro de 2014

Abertura do Ano Académico

Mesmo em dia de Encontro, a VicenTuna não volta costas à sua casa e aos seus e responde ao chamamento da Reitoria para participar nas cerimónias de abertura do Ano Académico. Assim, entre preparativos de cenários, piscinas sala da tuna-C3, compras de última hora e adereços tirados da manga, lá acorremos à Reitoria para receber todos os ilustres que lá foram para assistirem ao solene momento.
Tocámos durante cerca de meia hora na entrada da Reitoria, musicando a entrada de professores, funcionários, Pró-Reitores, Vice-Reitores, ex-Reitores, actual Reitor, Ministro da Educação, personalidades do Ensino em Portugal e tantos outros na Reitoria da nova ULisboa. 
Como é habitual neste tipo de actuações, fomos tocando algum do nosso repertório mais tradicional (português e espanhol), intercalando com algumas músicas de palco.
Fomos muito bem recebidos por todos (e particularmente na pessoa do Vice-Reitor Professor Doutor Eduardo Pereira) quantos pararam para nos aplaudir e esperamos que este ano lectivo seja um sucesso nesta nova vida que se inicia na Universidade de Lisboa. Para o ano, cá estaremos!

21 de fevereiro de 2014

XV ForTuna

Este ano, a VicenTuna foi uma vez mais convidada para participar no ForTuna. O ForTuna ocupa um lugar muito especial no coração Vicente porque é o festival organizado pelos nossos amigos da (homónima) ForTuna, a tuna da Nova School of Business and Economics. Ora, se há coisa a que a ForTuna já nos habituou foi: 1) festa rija e 2) pasacalles épico (por nós carinhosamente apelidado de mata-calles).
O festival começou na sexta, dia 21, no auditório da Faculdade de Economia e contámos com a presença da Quantunna, da Magna Tuna ApocalISCSPiana e da TAISCTE que, juntas, deram vida e personagens ao tema Western. Estava então lançado o mote e começou a cowboyada.
A VicenTuna foi a primeira a actuar e tocou Lisboa das Cantigas, Mar Desconhecido, Fuga y Mistério, Quatro Caminhos e terminando com a Xácara das Bruxas Dançando.
Todas as tunas actuaram sucessivamente, mantendo altíssimo o nível e mantendo muito equilibrado o duelo a quatro. 
No fim do espectáculo, porém, quebrou-se o mistério e a VicenTuna ficou a saber que arrecadara os prémios de Melhor Instrumental, Melhor Adaptação e o tão esperado Melhor Tuna! Foi um momento muito emocionante uma vez que o nosso instrumental (Fuga y Mistério) foi estreado há relativamente pouco tempo, por isso, diz-nos muito que ganhe já prémios!


Dali, seguimos velozes como o vento até ao Parque Eduardo VII, para o Botequim do Rei que já o ano passado acolhera a festa do ForTuna. 


Mas como o ForTuna é quaaase como o Carnaval - não dura três dias, mas dura dois - no dia seguinte, sábado, lá fomos nós para a Faculdade de Economia para dar início ao esperado e já mítico pasacalles. Neste, costumamos passear por Campolide, parando em postos estratégicos, pondo à prova a nossa audácia, flexibilidade, velocidade, coordenação de movimentos e espírito de equipa para superar os mais vis desafios. 


À noite, fomos para a última actividade musical do festival que foram as serenatas. Estas decorreram na capela da Faculdade e proporcionaram bonitos momentos ao público que assistia. Interpretámos Pomar das Laranjeiras, uma adaptação dos Madredeus, e ainda Feiticeira do Tejo, um original da VicenTuna já com alguns anos mas que continua a arrepiar.


Dali, fizemos novamente o caminho para o Botequim do Rei, onde, mais tarde, ficámos a saber que ganháramos o prémio de Melhor Serenata precisamente com a nossa Feiticeira. Estava então concluída a missão e depois foi só dar corda aos sapatos, desenferrujar os dance moves e dançar; o que só acabou já o Sol iluminava a grande alameda do Parque Eduardo VII.


Obrigado, FortTuna, pelo convite; foi um enorme prazer partilhar este palco convosco! Que grande festival para começar o ciclo dos festivais do 2º semestre.

20 de fevereiro de 2014

Global Trade Partners Meeting

No dia 20 de Fevereiro, a VicenTuna foi contratada para ir até ao Pátio da Galé, ali no Terreiro do Paço, para animar um enormíssimo número de congressistas que tomaram parte do Global Trade Partners Meeting.
Para esta actuação, e porque se tratava de um público muito particular constituído por estrangeiros que queriam sentir um pouco da nossa cultura musical e academismo, tocámos um repertório que geralmente não tocamos nestas actuações. 
Primeiro, começámos por receber os sucessivos autocarros cheios de congressistas com músicas tradicionalmente portuguesas e algumas espanholas. Já dentro do congresso, actuámos com três músicas mais solenes como Lisboa das Cantigas e Senhora do Almortão.
Animámos assim um início de jantar que prometia ser muito divertido tal era a energia e folia que os congressistas demonstraram. A VicenTuna mostra, assim, quão versátil consegue ser, adaptando-se a diferentes ambientes e exigências.
Dali, fomos directos para o ensaio geral ou não fosse o dia seguinte dia mais um épico ForTuna!


11 de janeiro de 2014

20 anos


A VicenTuna atingiu no passado dia 12 de Janeiro os 20 anos. Pode não parecer muito mas se tivermos em conta que estamos a falar de um projecto que nasceu num meio de poucos compromissos e de muita volatilidade - a vida universitária -, a coisa ganha outra importância. A verdade é que a 12 de Janeiro de 1994, alguns aventureiros acharam que havia pouca música a pautar os corredores da Faculdade de Ciências e então cá vai disto. Se eles sabiam ou não que, 20 anos volvidos, ainda cá estaríamos, não podemos dizer. Aquilo em que eles acreditavam também ainda acreditamos: que a vida músico-boémia é capaz de ser das melhores coisinhas que foram inventadas e que a Universidade é muito mais (tão mais) do que livros, sebentas e noitadas a estudar. 
A VicenTuna atingiu 20 anos e a verdade é que as datas redondas são propícias a balanços. Por isso, reunimos todos os Vicentes que puderam juntar-se (a todos os que estão fora, também estiveram connosco) e pudemos ver e perceber como é que se mantém uma tuna tão jovem mesmo que conte já com duas décadas de existência. No dia 11, fizemos um dos jantares mais concorridos de sempre em que cruzámos diferentes gerações. Foi toda a gente: tunos fundadores, tunos não-fundadores, tunos honorários, amigos, caloiros e bichos. Assim se juntaram diferentes gerações, diferentes entendimentos, diferentes sensibilidades, diferentes olhares mas uma convicção: estamos para durar. 
O jantar decorreu no restaurante Mimosa do Camões e foi bonito ver que há coisas que são transversais (tenhamos 18 ou 40 anos) e imutáveis: o espírito tunante. E alguma constância só prova o sucesso de um projecto, não é verdade?




Durante o jantar, houve oportunidade para conhecer aquelas pessoas que nunca se viram mas de quem se ouve falar por causa daquela viagem épica ou por causa daquela vez que nos perdemos lá atrás-do-sol-posto ou por causa da vez em que actuámos para exactamente 0,12 pessoas ou porque ou porque. Histórias não faltam mas cá as guardamos (que tuna que tem 20 anos é tuna que não fere susceptibilidades). 
Entre músicas antigas, praxes de hoje e iiiiiiimaculadas afinadas, festejámos de forma intimista - mas como gente grande - as nossas duas décadas. 
Agora, e porque a tuna não é só nossa, apontamos para o dia 27 de Fevereiro. Neste dia, teremos a oportunidade de festejar com quem nos recebe - a FCUL - este grande, enorme marco. 
Muito obrigado a todos os que festejaram connosco. Não poderíamos levar o sonho em frente se não houvesse tanto apoio extra-tuna. A VicenTuna agradece e reitera a vontade de continuar a representar a FCUL durante mais 20 anos. Venham mais gerações de cientistas que nós havemos de continuar a musicar-vos.



20 de dezembro de 2013

Jantar de Natal

Como já é tradição Vicente, a VicenTuna juntou-se na última sexta-feira de aulas para o seu jantar de Natal. Todos os anos, fazemos questão de assinalar a quadra festiva e o fim do semestre da melhor forma que sabemos: com uma jantarada regada a vozes afinadas e guitarradas.
Assim, lá fomos para o Flor do Duque, mesmo no início das escadinhas do Duque, e fizemos a festa. O espaço não era muito, lá isso é verdade, mas dado que a noite estava com temperaturas polares, até agradecemos a proximidade física.
Entre praxe, pratos a vir e os jarros de sangria a desaparecerem, cantámos as músicas de agora e as do antes entre muita animação.




A seguir, fomos para o Real (wherelse?) onde encontrámos muitos dos nossos amigos tunantes que também escolheram este dia para festejar o Natal em tuna.
Escusado será dizer que a festa continuou pela noite dentro até o dia aparecer. Como o que se passa em Tuna, lá fica, deixamo-vos com votos de Boas Festas e um feliz ano novo. Cá nos encontramos em 2014 para continuar estas aventuras Vicentes.



14 de dezembro de 2013

Tunas pela Mafalda

O dia 14 de Dezembro foi o epíteto daquela que tem sido a missão da Tuna Médica de Lisboa desde que a sua Mafalda adoeceu. A Mafalda está doente e de certeza que nunca pensou que a sua doença fosse o mote para unir as tunas do país, em particular de Lisboa, à sua volta. 
Neste fim-de-semana, as tunas de Lisboa mobilizaram-se e encheram a Aula Magna para dar corpo a um espectáculo cujos donativos reverteram a favor da Mafalda. Ao todo, foram seis tunas convidadas a actuar, num espectáculo encabeçado e terminado pela Tuna Médica de Lisboa. A VicenTuna actuou, à semelhança da ArquitecTuna, da escstunis, da Tuna Económicas, da Tuna de Enfermagem de Lisboa e da ForTuna.
Nós levámos a palco algum do repertório mais antigo da VicenTuna: Lisboa das Cantigas, Senhora do Almortão, Feiticeira do Tejo e Xácara das Bruxas Dançando, deixando assim a descansar as músicas mais recentes.


Isto não aconteceu, contudo, sem passarmos a caloiros o Hilário e o Zédai. Receberam posteriormente os nomes de Berlai Tada Ardente do Espaço e Zédai Piaçaba pelas madrinhas Bagageira e Mais ou Menos.




Após a actuação de todas as Tunas, fomos fazer uma surpresa a um elemento da TML que fazia anos. Ele fazia anos, de facto, mas isto foi apenas um pretexto para metermos dentro de um bolo de aniversário gigante a contrariada caloira Bordas. 
O que ela não sabia é que a surpreendida acabaria por ser ela. Assim que ela saltou de dentro do bolo, deu de caras com uma faixa que dizia «TUNO BORDAS» e estava explicado. Acabava assim de passar a Tuno e cá vai disto: champanhe, gritos e a música da praxe.


Fomos então para a festa que decorreu na Cantina Velha e que só terminou já o Sol nascia, ao melhor estilo tunas gone wild.



A todas as tunas que actuaram: demonstrámos que a união e o espírito de entre-ajuda neste mundo supera infinitamente qualquer competição ou inimizade. Juntos mostrámos que, no que interessa, somos iguais, independentemente da cor das fitas das nossas guitarras.
A VicenTuna tem todo o orgulho em ter participado neste enorme projecto e por mostrar que as tunas são mais do que um grupo de pessoas que canta, toca e boemiamente vive.
À Mafalda, à sua família e amigos: a Mafalda vai melhorar. E vai melhorar porque não tem como não. Há demasiada gente a torcer por ela para que isto tenha outro desfecho que não o de ela voltar para a sua TML. 

7 de dezembro de 2013

Retiro Vicente na Candosa

A Candosa nunca mais será a mesma. Como já é tradição, a VicenTuna saiu do Campo Grande no fim-de-semana e foi colonizar outras paragens. Desta feita, foi Góis em Coimbra. Ora, Góis é em Coimbra. E era essencialmente isto que sabíamos sobre esta terra. Temperaturas negativas e frio de rachar está quieto. Sobre isso ninguém sabia nada. Então, partimos de Lisboa prontos para ir passar um fim-de-semana em amenas temperaturas, a beber água de coco e acabámos no Pólo Norte deste país à beira mar plantado. É que se Góis é frio, a Candosa (onde ficámos) é a whole nother level
Chegámos a Góis na sexta-feira à noite, foi mais ou menos nesta altura que sentimos pela última vez as extremidades dos nossos corpos, e fomos jantar na cantina estudantil. 



Depois, foi altura de um doloroso Caloiríssimo, o festival em que os caloiros da VicenTuna mostram aquilo que os Tunos lhes andam a ensinar durante o ano. Entre vozes desafinadas, porta-instrumentos de altíssima categoria e pandeiretas de salto que batem em contra-contra-tempo, os caloiros demonstraram por que é que ainda o são. 


Sábado foi dia de acordar e ir almoçar na mesma cantina. A seguir, fomos actuar no centro de Góis para as gentes da terra que muito gostaram de ver uma tuna por aquelas bandas.


Durante a tarde, juntámo-nos às «Sachadeiras da Várzea», um rancho folclórico que pôs à prova a aptidão para a dança dos nossos caloiros. E assim se viu quem passou ao lado de ranchadeiro. Foi uma tarde muito animada entre duetos improváveis e onde cantámos uma outra vertente da música tradicional portuguesa. 


À noite, voltámos ao Conjunto Turístico da Candosa. No entanto, antes tivemos direito a uma refeição de leitão assado digna de figurar num cenário do Astérix. É que não faltou nada. 
A seguir, houve uma nova actuação e durante esta, estendemos ainda mais a família Vicente e chamámos a palco os bichos Piçarra, Serafim e Caldeira. Alegria, alegria e lá tocámos algum do repertório mais antigo da VicenTuna, como Senhora do Almortão e Feiticeira do Tejo.


No fim, fomos desafiar as leis da Física e tentar baptizar os novos caloiros sem que a água congelasse. Estes foram baptizados e receberam os nomes de Voldemort Ardente do Espaço, Patuscas e Esquentador Manel Caldeira, dados pelas madrinhas Bagageira, Precisões e Popota, respectivamente.




Seguidamente, enveredámos num jogo de cultura musical que punha mais uma vez à prova a capacidade dos caloiros de dançar, mimicar músicas e improvisar serenatas com palavras tão românticas como «canos» ou «palito». Há algum desafio que um caloiro não supere? Há.
A noite estendeu-se até de madrugada, altura em que nos recolhemos. No Domingo, foi só o tempo de acordar, tomar banho e degustar uma complexa e riquíssima refeição confeccionada pelos caloiros - esparguete à Bolonhesa. 
Depois disto, volta para Lisboa. Claro que nunca se viu autocarro mais silencioso. Vinha tudo a dormir para baixo, mostrando aquilo que já se sabe: que o retiro foi um sucesso e que a VicenTuna levou a sua música e espírito a mais uma terra de Portugal.
Obrigada a todos os que nos receberam, em particular ao Conjunto Turístico da Candosa, que demonstrou que, na arte de bem receber, não há quem nos faça frente.

5 de dezembro de 2013

Convívio da AEFCL

A AEFCL mostrou, no dia 5 de Dezembro, que não há quem pare a AE e os alunos de Ciências. Por isso, organizou um convívio de Natal em que parte dos lucros reverteram para a causa da Mafalda. A Mafalda faz parte da Tuna Médica de Lisboa e está doente. A Mafalda precisa de seguir uns tratamentos muito caros e a sua tuna não quer que o impedimento seja o dinheiro. Por isso, anda a mover mundos e fundos para conseguir juntar todo o dinheiro que conseguir. A AE soube desta história e não pôde ficar de braços cruzados. Assim, teve esta iniciativa e a VicenTuna, claro, associou-se.
Nesta fria noite, fomos animar o convívio depois do nosso ensaio e pudemos ver que a comunidade FCULiana adere ao que interessa. Tocámos algumas músicas do nosso repertório mais popular sem esquecer obviamente a Madalena. Cantámos ainda os parabéns à nossa Tuno Clandestina e continuámos a festa pelas ruelas do Bairro Alto.
Obrigada AEFCL e obrigada aos alunos que não deixam iniciativas como esta morrer.



23 de novembro de 2013

XIII S. Vicente - Cientificamente Testado

Pois é, o evento do ano chegou e nem demos por ele. Num dia, estamos a decidir se conseguimos fazer um Festival dois anos consecutivos, no dia seguinte está a acontecer. O XIII S. Vicente decorreu nos dias 22 e 23 de Novembro e, agora no rescaldo, dizer que foi épico é dizer pouco. 
Este ano, o S. Vicente foi extra-especial. E isto por duas razões: primeiro porque este ano lectivo comemoramos 20 anos, segundo porque o tema do Festival foi aquilo que nos une - a Ciência. Somos cientistas, estudamos e fazemos Ciência, respiramos Ciência e, vistas bem as coisas, este era o único tema que esta edição do S. Vicente poderia ter. Assim nasceu o XIII S. Vicente - Cientificamente Testado.
Esta edição do nosso Festival contou com a presença da escstunis, da Tuna Mista do Instituto Superior Técnico, da Tuna Médica de Lisboa e da Tuna Académica de Lisboa.
Foi com muita ansiedade que vimos este ano de preparação chegar a sexta-feira, dia 22, dia em que demos a nossa Lab Meeting Party no Real República de Coimbra, incomparável parceiro nas noites de guitarradas, com o lançamento da 13ª edição do S. Vicente. Esta festa ficou marcada, entre outras coisas, pela passagem da Pinipon a Tuno. Esta insólita passagem teve como veículo um shot especial, a aludir às capacidades que celebrizaram a Pinipon como A Lenda do Dragão. 


A noite continuou entre cantorias e desafios para aquecer as vozes e os instrumentos para o dia que se seguiria. 
No sábado, o dia começou cedo para a Produção de Palco ultimar os preparativos dos cenários. E bem que precisavam. Não se consegue pôr em palco um laboratório XXL, máquinas transdimensionais, ratinhos a andar de bicicleta, uma banda, um Frankenstein com 3 metros de altura, um T-Rex, cientistas loucos e planetóides a pedir remunerações sem muita correria de última hora. 


No entanto, a nossa produção de palco já nos habituou ao inesperado, ao fantástico e ao impossível, por isso, quando foi hora de subir o pano (sim, a Aula Magna não tem pano, mas para efeitos literários, houve um pano a subir), tudo estava pronto, a postos para receber todos os aspirantes a cientistas. Foi muito bom ver que as tunas responderam ao desafio e trouxeram sketches à altura. O S. Vicente não é, por definição,  só música. É imaginação e imaginário, é cenários, é adereços, é megalomania. Tudo isto não tinha impacto se não pudéssemos contar com as tunas que se esmeram para entrar no espírito.



À semelhança de anos anteriores, o S. Vicente estabeleceu-se como um festival solidário e irá alocar parte dos lucros a duas instituições: o Centro de Apoio aos Sem-abrigo e à União Zoófila.
No fim de rápidas e evasivas horas de espectáculo (que nos pareceram 10 minutos), a VicenTuna subiu a palco tendo a honra de chamar para o mesmo todos os Tunos mais antigos que, ano após ano, fazem questão de aparecer e mostrar que continuam a apoiar os miúdos que levam em frente aquilo que eles fundaram. 


Por fim, os ansiados prémios foram distribuídos da seguinte maneira: 
- Melhor Pandeireta: escstunis
- Melhor Porta-Estandarte: TAL
- Melhor Instrumental: TML
- Melhor Solista: TML
- Melhor Adaptação ao Tema: escstunis
- Tuna mais Tuna: TAL

- Tuna do Público: TML
- Melhor Tuna: escstunis


A festa continuou noite fora debaixo do C3 ao som dos hits musicais que de tão maus se tornam bons. Não é o que se pretende numa festa cheia de tunas?
Obrigado a todas as tunas que se fizeram representar na festa para mostrar que, mesmo com termómetros a rasar os 0 graus e com trajes cujo isolamento é semelhante ao de uma folha de papel vegetal, o espírito e a alegria de ser tunante não nos podem tirar.
São infindáveis os parceiros tal como é infindável o nosso agradecimento aos mesmos. Não podemos falar em S. Vicente e não mencionar a FCUL que nos abriga, a AEFCL que, mesmo com o que lhe aconteceu este ano, não nos virou costas, os Conselhos de Veteranos da FCUL e as tunas que, mesmo não participando, vieram assistir. Juntos, mostrámos que Ciências é maior que o Campo Grande e maior que a Aula Magna à pinha. Ciências é Lisboa e é Academia. Aos alunos e amigos da FCUL, muito obrigado por terem respondido em massa ao chamamento. 

A VicenTuna, a velha e a nova guarda, não tem palavras. A VicenTuna não é só quem vai a palco, é também quem nos aplaude. Por isso, e à beira de completar 20 anos, estamos mais jovens que nunca, mais entusiasmados com o futuro que nunca. E nunca nos sentimos tão orgulhosos de dizer  em uníssono «Olé olé! Ciências está em pé!». Porque foi em pé que fomos aplaudidos e é em pé que nos pomos para agradecer a todos os que fizeram deste XIII S. Vicente aquilo que quem o viveu não pode traduzir em palavras. 
Obrigado.

21 de novembro de 2013

Dia Internacional da FCUL

Mesmo em véspera do nosso Festival, a VicenTuna não pôde deixar de cumprir com o seu dever e foi musicar o Dia Internacional da FCUL. Este dia tem como objectivo dar a conhecer aos alunos da FCUL as possibilidades de estudo que os aguardam no estrangeiro. Para isso, o C3 enche-se de internacionalidade (?) um vez por ano e nós lá vamos tocar umas músicas bem portuguesas. A VicenTuna nunca se esquece que é a tuna dos estudantes de Ciências, sejam eles portugueses ou não, estejam na FCUL ou não. Até porque a própria VicenTuna tem membros que também já foram para o estrangeiro ao abrigo destes programas pelo que temos muito apreço por iniciativas como esta.
Este ano não foi excepção e actuámos para um átrio do C3 bastante composto ainda assim, tendo em conta o dia frio que se fazia sentir. 
Para aquecer a nossa formação, começámos logo por chamar a palco os bichos Rafa e Maria, um tenor percussionista e uma soprano que toca violino (uma estreia na tuna). Assim, lá vieram os recém-caloirinhos tocar connosco Lisboa das Cantigas. 
A meio da actuação subiram a palco também a Patrícia (contralto guitarra) e o Eduardo (tenor guitarra) só por causa das coisas. Pumbas, assim de repente mais quatro pessoas na formação. E tocámos o resto das músicas: Águas do Dão, Xácara e Venha Vinho.


Depois de um pequeno ensaio geral, fomos baptizar os caloiros no jardim do Campo Grande provando que nem as temperaturas polares nos impedem de perpetuar tradições.
Os ex-bichos escolheram o Cebola, a Mais ou Menos, a Bagageira e o Jakim para os apadrinhar e receberam os bonitos nomes de Maria Paganini Viola-mos, Bombedrista - o bombo que salta à vista, Playboy Ardente do Espaço e Golias Brienne. É, a originalidade corre nas veias desta tuna e estamos sempre a inovar.
Bem-vindos à tuna, miúdos!






31 de outubro de 2013

II Campeonato Cientista Beerpong e Rally-tascas do DI

Depois do estrondoso sucesso que a primeira edição do Campeonato Cientista Beerpong teve no ano passado, a VicenTuna decidiu repetir a façanha. Desta feita, escolhemos o dia das bruxas (ou, internacionalmente falando, o Halloween) para juntar o nosso grandioso Campeonato e o rally-tascas do Departamento de Informática.
No nosso Campeonato, há duas modalidades: inter-departamentos e livre. Na primeira, os departamentos constituem equipas com as características desejadas (pontaria e rapidez de viragem de penalties) para defender a honra departamental. Na segunda, alunos da FCUL juntam-se em grupos de três e tentam a sua sorte.
Assim, passam-se umas horas em que os atletas disputam até à morte o título de the ultimate beerponger, o que, parecendo que não, é a maior honra a que um estudante universitário pode aspirar. Terminar o curso, qualquer um termina. Agora, enfiar bolinhas de ping-pong em copos e virar minis à velocidade da luz sem perder o foco é coisa que requer um treino intensíssimo e só está ao alcance dos mais perseverantes.
Os treinos destas equipas iniciam-se muitos meses antes para que todos estejam na sua máxima capacidade neste dia que é esperado por todos com grande entusiasmo. 
Assim, no fim, o Departamento que levou a salva prateada foi o de Geologia que não deu hipótese a mais ninguém. Estes saudosos campeões conseguiram levar a sua missão a bom porto sem nunca perder o Norte. Para quem está habituado a partir pedra, um Campeonato de Beerpong é peanuts
Na segunda categoria, ganhou a equipa com o eloquente e elucidativo nome de «Eu, tu e o emplastro». Estes também não se vergaram às dificuldades cada vez maiores de focar as bolinhas e os copos, tendo levado o título. Curiosidade: de que Departamento era esta equipa? Eeeexactamente. 
Por fim, disputou-se a Super Taça do Beerpong que consagrou os campeões da FCUL. Eu, tu e o emplastro ou um Departamento inteiro? E a equipa que levou o desejado título foi «Eu, tu e o emplastro»! No hard feelings, o prémio ficou em casa.
Depois do Campeonato, a VicenTuna foi participar no halloweenfíco rally-tascas do DI que nos levou pelos meandros da Cidade Universitária pelo meio de pistas (e bebidas) muito pouco claras. 
A noite terminou com um convívio promovido pelo DI no Jardim de Pedra, mostrando que não há festas como as da FCUL.