23 de maio de 2014

18º Tuna M'isto

No dia 23 de Maio, teve início a décima oitava edição do Tuna M'isto, o festival organizado pelos nossos amigos da escstunis, a Tuna Académica da Escola Superior de Comunicação Social.
Chegou rápido, ainda o ano passado estávamos a gritar pelos Heróis que nos haviam salvar e este ano rumámos a Las Vegas, com a Quantunna, a Magna Tuna ApocalISCSPiana e a Tuna Económicas para dar corpo à edição que marcou a maioridade do Tuna M'isto.
Começámos sexta-feira, na ESCS, com uma noite de serenatas que prometia. Não só tivemos a passagem a caloira da Raquel (contralto, pandeireta) como tivemos um bonito concurso de dança que culminou na passagem inusitada do Pontinhas a Tuno! Conhecido pela sua implacável poker face e total ausência de expressão, quase que vislumbrámos um pequeno esgar de alegria quando levou com a garrafa de champanhe em cima. Mas não quisemos acreditar nos nossos olhos, é apenas um mito urbano; atribuímos essa ilusão de óptica ao estado de copolemia avançada em que nos encontrávamos.
Dali, festa rija até de manhã.


No dia seguinte, tudo para a nossa área - Cidade Universitária, Aula Magna - para ultimar cenários e preparativos, enquanto tocávamos umas modinhas e víamos Lisboa em chamas com espanhóis a despontar por todo o lado.
À noite, e como éramos os últimos a actuar, pudemos assistir à montagem e encenação de Las Vegas. Tivemos direito a tudo: slot machines, dançarinas de cancan, casamentos feitos pelo Elvis em capelas do amor, casinos, néons, edifícios, calor e deserto. Uma Las Vegas feita à nossa medida em pleno Campo Grande. 


A VicenTuna actuou começando com Lisboa das Cantigas, seguida do nosso velhinho Tanto Mar, Mar Desconhecido, 4 Caminhos e, por fim, Xácara das Bruxas Dançando onde colocámos a Aula Magna em pé ou não estivéssemos nós rodeados de tantos FCULianos que conhecem tão bem esta música. 
No fim, ficámos a saber do veredicto do júri que nos atribuiu o prémio de Melhor Porta-Estandarte!
A seguir, todos para a AE da Faculdade de Letras onde a festa durou até... não interessa. Afinal, como diz a VicenTuna: what happens in Campo Grande, stays in Campo Grande.
Obrigada, escstunis, até para o ano!

19 de maio de 2014

Workshop CBA - Opera

O dia 19 de Maio foi o primeiro de um Workshop organizado pelo Centro de Biologia Ambiental, na FCUL. Para esta abertura correr da melhor forma, a VicenTuna foi convidada para participar. Actuámos no fecho do dia, no átrio da Fundação da FCUL para um animado e internacional público. Como estávamos a falar de um público estrangeiro, pouco habituado a  estas andanças, achámos por bem mostrar-lhes que é isto das tunas e da música tradicional portuguesa. Para isto, começámos com Capas Negras/Maracaibo, o nosso medley metade português metade espanhol, pondo à prova o poliglotismo da VicenTuna.
De seguida, encantámos com um original nosso - Venha Vinho - onde explicámos o significado desta bebida para as tunas os portugueses, acabando com esse grande hit académico Madalena.
Foi muito agradável poder contar com a animação dos congressistas que nos aplaudiram entusiasticamente e ficaram fascinados com as acrobacias dos estandartes e pandeiretas.
Obrigada pelo convite!



16 de maio de 2014

VIII Noites de Luar

A VicenTuna ingressou nas Noites de Luar na oitava edição, a convite da Tuna Universitária do Instituto Superior Técnico. Foi com muito gosto que aceitámos este convite da TUIST que é agora uma tuna quase irmã uma vez que pertence à mesma Universidade que a VicenTuna - a ULisboa.
Nesta quente sexta-feira, dirigimo-nos à Alameda para animar a noite das gentes da freguesia do Areeiro. Connosco foram a Magna Tuna ApocalISCSPiana, a Tuna Feminina do Instituto Superior Técnico e a AnTunia.
Depois de um jantar na cantina do Técnico, fomos para perto da Fonte Luminosa onde, vigiados pela lua cheia, actuámos para todos quanto estavam no parque. Tocámos Feiticeira do Tejo para fazer serenatar a noite que pedia isso mesmo. De seguida, tocámos Mar Desconhecido, seguido de Lisboa das Cantigas e Xácara das Bruxas Dançando. Nem o calor abafado que se fazia sentir nem o barulho da fonte nos desviou do nosso propósito. Tocámos com a pujança que nos caracteriza e dali fomos para a festa que durou, durou e durou. Afinal, toda a gente sabe que não há festas como as do Técnico!
Obrigada TUIST!